PL lança candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência com a presença do presidente da Argentina Javier Milei

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Em convenção, o Partido Liberal (PL) oficiaçizou neste sábado (25), em São Paulo, a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República, com a presença do presidente da Argentina, Javier Milei e do governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A convenção reuniu familiares, aliados e lideranças da direita. O evento teve um vídeo produzido com inteligência artificial para simular um pronunciamento de Jair Bolsonaro, uma manifestação de apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Em seu primeiro discurso como candidato, Flávio prometeu honrar o legado do pai, Jair Bolsonaro, fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o Brasil foi “sequestrado” e prometeu “libertar o país desse cativeiro”.
Ao longo da fala, o senador fez ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, a quem voltou a acusar de perseguir adversários políticos e restringir a liberdade de expressão.
Também afirmou que, se Lula for reeleito, poderá indicar mais quatro ministros para a Corte e disse que isso colocaria em risco a liberdade de imprensa, a atuação de parlamentares de oposição e a manifestação de cidadãos nas redes sociais.
Flávio também atacou o governo Lula, afirmou que o Brasil foi “sequestrado” e prometeu “libertar o país desse cativeiro”. Segundo ele, a eleição de 2026 será uma disputa entre aqueles que defendem a liberdade e os que buscam concentrar poder.
Em tom emocionado, prometeu dar continuidade ao legado do pai. “Pai, eu vou te honrar. E você vai colocar essa faixa de presidente em mim em janeiro do ano que vem.”
Na reta final do discurso, apresentou propostas de campanha. Defendeu a redução de impostos, o fortalecimento de uma maioria de centro-direita no Congresso, penas mais duras para criminosos, a responsabilização de adolescentes autores de crimes graves, o aumento das penas para agressores de mulheres e a castração química para condenados por estupro de crianças.

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Durante o evento, os participantes criticaram a esquerda e o Partido dos Trabalhadores (PT), além de colar a imagem de Flávio à do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No palanque, Flávio iniciou o discurso com agradecimentos ao apoio de familiares e afirmou que vai honrar o legado de Bolsonaro.
Flávio também afirmou que o pai é o “maior e mais injustiçado líder político brasileiro, vítima da maior farsa que o país presenciou”, e voltou a afirmar que, caso eleito, receberá a faixa presidencial de Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro não anunciou quem ocupará a vaga de vice. Ele tem dito que gostaria de uma mulher na chapa, mas afirma que a definição depende das negociações para formação de alianças, que também podem ampliar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV.
A federação formada por PP e União Brasil e o partido Republicanos vêm indicando que preferem se manter neutros. Um acordo com o Republicanos poderia levar a economista Daniella Marques à vaga de vice. Filiada à legenda, ela foi presidente da Caixa no governo Bolsonaro e coordena o núcleo econômico da pré-campanha de Flávio.
No PP, um dos nomes cotados é o da deputada federal Simone Marquetto, liderança católica de São Paulo. A senadora Tereza Cristina já descartou formar chapa com Flávio.

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