Política

Bolsonaro passa por cicurgia para correção de hérnia, em Brasília

Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por uma cirurgia de correção de hérnia inguinal bilateral nesta quinta-feira (25). O procedimento, realizado no hospital DF Star, em Brasília, começou por volta das 9h40 e, segundo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, terminou cerca de três horas depois, sem intercorrências.

A equipe médica que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro não negou, nesta quinta-feira (25), a possibilidade de recomendar prisão domiciliar para ele terminar a recuperação no pós-operatório. Ao ser questionado sobre o assunto, o médico Cláudio Birolini respondeu: “Vamos avaliar”.

Segundo o cardiologista Brasil Caiado, não é possível, neste momento, dar uma opinião. “É muito precoce a gente dar uma opinião, depende da evolução Ele tem 70 anos, é um cuidado maior do que o normal”, afirmou. “Essa questão mais técnica a gente ver passo a passo”, completou.

Hérnia inguinal é uma condição em que um tecido do abdômen incha e faz aparecer uma protuberância na região da virilha. Bolsonaro foi internado um dia antes, na véspera do Natal, para passar por exames pré-operatórios, que confirmaram que o ex-presidente estava apto a ser operado.

O médico Cláudio Birolini destacou que para voltar a Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro cumpre pena, o ex-presidente precisa está conseguindo tomar banho e comendo sozinho. “Ele precisa está bom o suficiente para fazer o que a gente chama de autocuidado, que é tomar banho, se vestir, se movimentar, comer. Nesse momento, para ele tomar banho ele precisa de ajuda. Então não dar para ele ficar em um lugar que fique desassistido. A partir do momento que a gente divulgar que ele tem condições de sair do hospital, a gente vai ver qual o melhor caminho”, disse.

Inicialmente, o tempo de internação previsto para Bolsonaro é de cinco a sete dias. O ex-presidente também não precisará de cuidados intensivos em UTI. A cirurgia foi para corrigir uma hérnia inguinal bilateral na região da virilha.

O ex-presidente passa frequentemente por procedimentos médicos devido à facada da qual foi vítima durante a campanha eleitoral de 2018. Em abril deste ano, por exemplo, o político foi submetido a uma operação de 12 horas para desobstrução intestinal.

Birolini afirmou também que, nos próximos dias, será avaliada a conveniência de uma intervenção não cirúrgica para conter as crises de soluços que afetam Bolsonaro.

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